Arteterapia de abordagem junguiana « Instituto Teológico Franciscano
PUBLICAÇÕES



NEWSLETTER
Receba as nossas novidades por e-mail! Clique aqui.

Artigos, Destaques - 07/02/2018

Arteterapia de abordagem junguiana

Suas possíveis contribuições no contexto da violência doméstica

Fábio Tavares da Silva* & Marcia CBN Varricchio**

 

RESUMO

Este artigo procura esclarecer sobre princípios básicos da Arteterapia de abordagem junguiana e pensar nas possíveis contribuições dessa abordagem terapêutica, com seu território de atuação expressivo de predomínio não verbal, em benefício daqueles que sofrem no terreno insalubre da violência doméstica.

PALAVRAS CHAVE: Violência Doméstica, Arteterapia, Jung, Símbolos.

 

INTRODUÇÃO

Prosseguimos nossas considerações a respeito de violência doméstica (mulher, criança, idoso, alguns homens) inserida como um dos temas problemáticos a serem refletidos também no aspecto social da Ecoteologia.

Acreditamos no potencial de desenvolvimento humano, mesmo quando esbarramos nas doenças psiquiátricas de origem genética, tanto por parte da vítima quanto por parte do agressor.

O presente artigo abordará, desta vez, a questão da pessoa vítima de violência doméstica em sua perspectiva terapêutica para um problema que é conhecido em função da questão do silêncio que corrói e destrói pessoas e esperanças.

Enquanto médicos, ressaltamos a necessidade de diagnóstico clínico e mesmo psiquiátrico para ambos atores envolvidos no contexto da violência doméstica (agressor e agredido). Existem fármacos que podem modular atividades irritativas em áreas cerebrais específicas, mesmo neurotransmissores, dentre outras abordagens farmacológicas que não caberão aqui serem discutidas por nós.

Traremos considerações quanto à possibilidade de auxílio terapêutico introduzida pela arteterapia de abordagem junguiana, com reflexões quanto ao seu mecanismo de atuação já proposto e estudado pelos seus precursores Carl Gustav Jung e, no Brasil, Nise da Silveira e Ângela Philippini.

A sua característica não-invasiva, mesmo perante o silêncio permite o encontro, e libera o fluxo da sensibilidade, da emoção e da criatividade, expressões que regeneram e recuperam almas feridas.

 

DESENVOLVIMENTO

 

  1. ARTETERAPIA DE ABORDAGEM JUNGUIANA

 A arteterapia é uma prática clínica que promove benefícios através da arte e de seus diversos processos expressivos, sob a orientação de um profissional qualificado, acolhedor e assertivo, o arteterapeuta. Uma alma tocando outra alma, em um diálogo predominantemente não verbal, através de símbolos que emergem do inconsciente e ganham formas em diferentes modalidades expressivas. Não se pretende fazer artistas, mas sim promover a saúde através da autoexpressão e do autoconhecimento.

 A psicologia analítica foi criada pelo médico psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875-1961). O objetivo de sua terapêutica é favorecer o que chamou de processo de individuação (o desenvolvimento das plenas potencialidades do indivíduo). Para isso ele deve integrar as partes do seu ser, inclusive aspectos do seu inconsciente.

A arteterapia de base analitica (junguiana) é um campo transdisciplinar envolvendo múltiplos saberes como a psicologia, a medicina, a história, a sociologia, a antropologia, as religiões, os territórios sagrados e todos os campos de expressões artísticas (JUNG, apud SILVEIRA, 2003).

Segundo Philippini, 2009, a pintura favorece a fluidez e expansão emocional, o desbloqueio criativo, a flexibilidade psíquica, a liberação de conteúdos inconscientes e do fluxo criativo.

O desenho é estruturante, ajuda na objetividade e traz clareza aos conteúdos simbólicos inconscientes (PHILIPPINI, 2009).

A tecelagem ajuda a ordenar, estruturar, desembaraçar, entrelaçar, articular, organizar, favorece a concentração e o desenvolvimento psicomotor (PHILIPPINI, 2009).

Costura manual e bordado pacificam a mente com paciência e delicadeza (PHILIPPINI, 2009).

Mosaico e assemblagem promovem ordenações internas e restauram a totalidade, ressignificam as perdas e colam fragmentos emocionais (PHILIPPINI, 2009).

Modelagem com argila/barro é uma experiência com o tato que mobiliza profundamente conexões arquetípicas por sua organicidade. Modelagem com papel machê e a construção de personagens é um bom exemplo de união de linguagens como histórias, contos, escrita criativa, teatralização, costura e artesanato (PHILIPPINI, 2009).

Construção e instalação são expressões de alta complexidade simbólica pois os símbolos aglutinam energia em materialidade (PHILIPPINI, 2009).

Assim sendo, a mente “congelada e rígida” poderá se expandir no líquido de tintas, o desenho poderá ajudar na estruturação psíquica, o medo pode ser expresso em cores escuras e traços angustiantes. Os conteúdos psíquicos quebrados podem ser reestruturados e ressignificados em cacos coloridos colados em mosaicos. O barro pode trazer estrutura através do contato com a terra (PHILIPPINI, 2009).

A arteterapia de abordagem Junguiana é um método de diálogo não verbal em um território sagrado de cuidado e confiança. O diálogo se estabelece sobretudo pelos símbolos que são expressos nas diferentes modalidades de expressão plástica. Os símbolos enviados pelo inconsciente são “materializados”, ganhando formas através das diferentes linguagens expressivas (PHILIPPINI, 2013).

Podemos afirmar que todos os fenômenos psíquicos são de natureza energética e que a psiquê está em constante atividade produzindo símbolos continuamente[…] o significado de um símbolo é próprio de cada pessoa e específico do momento em que ela está vivendo. (Grinberg, 2003. p. 103).

A energia psíquica se condensa, se organiza e se transforma ao produzir as imagens e seus símbolos (SILVEIRA, 2003).

A energia psíquica faz-se imagem, transforma-se em imagens. Se nos é difícil entendê-las de imediato, não é por serem máscaras de conteúdos reprimidos, mas por se exprimirem noutra linguagem diferente daquela que consideramos única – a linguagem racional. Exprimem-se por meios de símbolos […] (SILVEIRA, 2003, p.85).

Silveira segue dizendo que Jung, na tentativa de mergulhar na intimidade mais profunda de seus doentes, sugeria-lhes que pintasse, não para reproduzir belas paisagens e sim para expressarem o seu interior. Segundo Jung, “pintar aquilo que vemos diante de nós é uma arte diferente de pintar o que vemos dentro de nós” (JUNG, apud SILVEIRA, 2003, p.86).

Jung utiliza o mesmo conceito de inconsciente desenvolvido por Freud, mas amplifica esse conceito para além de um inconsciente pessoal. Jung desenvolve o conceito de inconsciente coletivo, comum a toda a humanidade e todas as civilizações (JUNG, apud SILVEIRA, 2003).

Ainda segundo Silveira, 2003, a psicologia analítica de Jung distingue dois tipos de imagens do inconsciente: as de conteúdo pessoal (com emoções e experiências reprimidas vividas pelo indivíduo) e as imagens das camadas mais profundas da psique (imagens relativas ao inconsciente coletivo).

O inconsciente expressa-se na linguagem simbólica. O inconsciente coletivo está impresso na mitologia e na expressão cultural e artística de todos os povos (JUNG, apud SILVEIRA, 2003).

Essa mitologia é um arquivo vivo de sabedoria e das verdades da psique da humanidade. Estamos assim conectados por conteúdos psíquicos universais. Esses conteúdos psíquicos do inconsciente coletivo são os chamados arquétipos na psicologia analítica (JUNG, apud SILVEIRA, 2003).

O arquétipo em si não tem uma forma definida, mas expressa-se através dos símbolos:

A palavra símbolo significa etimologicamente, “aquilo que une”[…] o símbolo liga as partes do sistema consciente-inconsciente, sendo o elemento principal para compreender a maneira como ambos se comunicam. Ele atua como um transformador da energia psíquica […] Os símbolos que exercem esse papel de estruturar a consciência e ligá-la ao inconsciente, nós os encontramos não só nos sonhos, mas também em nosso relacionamentos, idéias, emoções, sentimentos, em nosso corpo, no contato com a natureza e nos rituais. (Grinberg, 2003. p. 104).

Assim podemos dizer que os símbolos são a linguagem do mundo do inconsciente (JUNG, apud SILVEIRA 2003).

Os símbolos sempre atuam com o objetivo da cura da auto-regulação, da complementação, e da ampliação da consciência. (JUNG, apud. CAVALCANTI, 2000, apud Guglielmi,2010, p.35).

A arteterapia de abordagem Junguiana é um método de diálogo não verbal em um território sagrado de cuidado e confiança. O diálogo se estabelece sobretudo pelos símbolos que são expressos nas diferentes modalidades de expressão plástica (PHILIPPINI, 2013).

Em arteterapia o trajeto é marcado por símbolos particulares que assinalam, informam e definem sobre os estágios da jornada de individuação de cada um. Esse caminho único compreende as transições e transformações em direção a tornar-se um “in”-divíduo, aquele que não se divide face às pressões externas e que assim procura viver plenamente, integrando possibilidades e talentos, às feridas e faltas psíquicas […] A descoberta gradual, de eventos psíquicos cujo significado antes era obscuro, amplia as possibilidades de estruturação da personalidade, ativa potencialidades e contribui para a construção de modos mais harmônicos de comunicação, interação e se “estar no mundo”. (PHILIPPINI, 2013, p.14).

Na arteterapia em trabalho de grupo os inconscientes individuais se mesclam no inconscientes do grupo. Surge um universo simbólico pertinente ao grupo. A energia psíquica através do fluxo criativo se manifesta na materialidade. Este movimento é estruturante e conduzido no sentido da saúde do grupo (PHILIPPINI 2011).

  1. A ARTETERAPIA NO SUS

Segundo Philippini, 2013, em 1988 foi criada a primeira associação de arteterapêutas do Brasil, a Associação de Arteterapêutas do Rio de Janeiro (AARJ). Posteriormente a União Brasileira de Associações de Arteterapia (UBAAT) congregou as associações de diferentes regiões do Brasil. Finalmente em 31 de janeiro de 2013 a arteterapia é incluída no CBO (Código Brasileiro de Ocupações, do Ministério do Trabalho, no Grupo de Terapias Criativas.

A arteterapia é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também é reconhecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Juntamente com outras atividades classificadas como “Práticas Integrativas e Complementares em Saúde” (PICS). Essa portaria foi publicada no Diário Oficial em 13 de janeiro de 2017 (PHILIPPINI, 2013).

Na portaria do Sistema Único de Saúde (SUS) a arteterapia está definida como:

Uma atividade milenar, a arteterapia é um procedimento terapêutico que funciona como um recurso que busca interligar os universos interno e externo de um indivíduo, por meio da sua simbologia. É uma arte livre, conectada a um processo terapêutico, transformando-se numa técnica especial, não meramente artística. É uma forma de usar a arte como uma forma de comunicação entre o profissional e um paciente, assim como um processo terapêutico individual ou de grupo buscando uma produção artística a favor da saúde.

 (BRASIL/MS/DAB, 2017).

“Os recursos para as PICS integram o Piso da Atenção Básica (PAB) de cada município, podendo o gestor local aplicá-los de acordo com sua prioridade.” COFFITO, 2017)

Em 11 anos da implantação das Práticas Integrativas e Complementares (PICs), pode-se destacar o interesse crescente da população por uma forma de atenção humanizada e de cuidado singular, iniciando o desenho de uma nova cultura de saúde e a ampliação da oferta destas práticas na rede de saúde pública. Desde a sua implantação, o acesso dos usuários do SUS a essas práticas integrativas tem crescido exponencialmente. A inserção das PICs na rede de atenção à saúde como ferramenta de cuidado tem por objetivo ampliar a abordagem clínica e as opções terapêuticas ofertadas aos usuários, podendo ser utilizadas como primeira opção de tratamento ou forma complementar, respeitando as particularidades de cada caso.

(COFFITO, 2017)

É fundamental o reconhecimento do SUS nas práticas integrativas pois a arteterapia (assim como muitas das práticas integrativas) sofre de descrédito e de discriminação intensa, por segmentos que se apoiam em uma visão fragmentada da existência, desfavorecendo as possíveis somas de valores terapêuticos, assim como a abertura e o resgate de uma abordagem transdisciplinar no SUS.

Ao colocar a arteterapia como uma prática reconhecida pelo próprio sistema de saúde, está sendo reconhecido oficialmente o seu valor, o seu saber sistematizado em plano teórico e prático, e o trabalho de muitos pioneiros da arteterapia, em seus anos de lutas, pelo reconhecimento da profissão no Brasil. Ganha-se um importante espaço, uma importante batalha foi vencida, mas a luta continua e depende dos profissionais arteterapeutas abrirem novos campos de atuação, novos projetos, reafirmando a vocação da arteterapia a favor da saúde da população e da transformação da sociedade.

  1. COMO A ARTETERAPIA PODERIA SE SOMAR A OUTRAS ABORDAGENS E DISCIPLINAS PARA APOIAR A CONDUÇÃO DAS QUESTÕES PRÓPRIAS DO UNIVERSO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA?

O tema violência doméstica é um dos temas mais delicados que se pode enfrentar. Pois a violência em qualquer campo é devastadora, a violência dentro de casa é algo realmente abominável, mas infelizmente não tão rara ou incomum, e em muitos casos até banalizada. E normalmente é violência do homem contra mulher, a homofobia, a violência contra o idoso e a violência infantil muitas vezes com abuso sexual (RIBEIRO et al., 2009; WAISELFISZ, 2015).

Estamos mergulhados em uma sociedade bélica. Ordinariamente essa violência se instala e torna-se crônica, causando um estresse crônico que agride corpo e alma.

Porém no caso da violência doméstica a agressão está presente dentro do lugar sagrado que deveria representar o aconchego e o refúgio, o apoio para se suportar as pressões externas. Os papéis se invertem. O lar já não existe e a casa se torna o território do trauma em uma guerra sem repouso (porque sempre existe a ameaça de um novo episódio). Ou seja, a agressão é constante.

É preciso coragem e ajuda transdisciplinar para se enfrentar e abordar a violência doméstica com seriedade e profissionalismo. E mais coragem ainda será necessária por parte dos agredidos. Juntando profissionais e as comunidades poderemos obter bons resultados em favor da sociedade que adoece.

Se com pancadas no corpo esse reage de forma inflamatória com edema, hemorragias e hematomas… como fica a alma (em seu aspecto consciente e inconsciente) amalgamada a esse “corpo ferido”? Como descansa uma alma pressionada que vive na insalubridade da violência que pode manifestar-se a qualquer segundo sem tréguas ou respiros? Certamente está oprimida e sufocada pelo medo, raiva e culpa. Desesperada pela solidão certamente manifestará o universo da angústia que acontece em seu corpo-alma.

A arteterapia se propõe a ser uma mão que se estende, um território que se faz presente, uma luz que se acende e uma chama que aquece em meio a esse deserto que agoniza. Pode propiciar um tratamento em um “espaço próprio”. O espaço do território sagrado em uma atmosfera de “não-julgar” e “não-obrigar”, um espaço de se dividir histórias semelhantes, amplificando o próprio olhar pelo olhar do outro e pelo conjunto de olhares.

Um território zelado em aspectos e ritmos básicos como dias, horários e organização de espaço. Um território agradável que dignifica aqueles que são convidados ao espaço de convivência arteterapêutica. Um território onde pode-se falar (ou não), sem pressões ou julgamentos e onde observa-se a si mesmo e ao outro.

Este território pode vir a contribuir com as possibilidades de transformações positivas em vidas doloridas e sem referências cuja estrutura doméstica está desmoronada e onde o afeto está dilacerado, as construções desmoronadas.

Na vida cotidiana, o que temos frequentemente são situações de bloqueio, tensões, couraças, repressões, esquecimentos, encapsulamentos. A energia psíquica reflui, regride, retorna e gera desânimo, fadiga, apatia […] o processo criativo, quando ativado de maneira adequada restaura, resgata, recupera, reorganiza e libera o fluxo de energia psíquica em prol do bem-estar e da expressividade de cada indivíduo. (PHILIPPINI, 2011, p. 22 e 23).

É preciso muita coragem (PHILIPPINI, 2013), por parte das vítimas, para exporem suas emoções, dores e conflitos. O que deveria ser amor se transforma em prisão, prisão para todos que lá moram. É difícil abordar e falar diretamente sobre temas como: maus tratos, espancamentos, estupros, exploração financeiras e ameaças de morte.

A arteterapia como terapia de característica não verbal pode ser facilitadora da expressão da dor, entendimentos dos conteúdos simbólicos envolvidos nos laços familiares comprometidos e na afetividade oprimida. As pessoas poderão contar suas histórias e questões de forma indireta e mais suave ou protegida pela linguagem simbólica de seus inconscientes.

COMENTÁRIOS FINAIS

Ao longo deste texto construímos, em parte, uma pequena compreensão de uma abordagem terapêutica de predomínio não verbal, cujo simbolismo poderá remeter aos processos inconscientes e arquetípicos singulares da pessoa mas também à sua herança cósmica e telúrica, enquanto humanidade. Entramos em contato com mecanismos e propostas de acesso a este inconsciente.

Trouxemos a informação da legitimidade da inserção da Arteterapia no SUS. Valorizamos profissionais que socorrem e cuidam. Sugerimos mais um caminho para uma questão que é multi, inter e transdisciplinar.

Passível de ser resgatado…Passível de ser construído…O território da Arteterapia onde reinam a delicadeza, o respeito, a paz, cada vez mais, próximo de nós.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. MS. Portal do Departamento de Atenção Básica (DAB). http://dab.saude.gov.br/portaldab/noticias.php?conteudo=_&cod=2297.

Último acesso em 07/11/17.

COFFITO (CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL) 2017. Disponível em https://www.coffito.gov.br/nsite/?p=6267. Acessado em 07/11/17.

GRINBERG, Luiz Paulo. O Homem Criativo. 2ª edição São Paulo: FTD, 2003.

GUGLIELME, Nash Prati de Lima.”A sessão de Arteterapia como um ritual sagrado” Monografia de conclusão de curso apresentada ao ISEPE como requisito parcial à obtenção do título de especialista em Arteterapia. (Orientadora: Profª Ms Angela Philippini). 2010.

PHILIPPINI, Angela. Grupos em Arteterapia. 1º ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2011.

_____________________ Linguagens e Materiais Expressivos em Arteterapia: Uso, Indicações e Propriedades. 1 ª ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2009.

______________________ Para Entender a Arteterapia: Cartografia da Coragem. 5 ª ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2013

RIBEIRO, W. S.; ANDREOLI, S. B.; FERRI, C. P.; PRINCE, M. & MARI, J. J. Exposição à violência e problemas de saúde mental em países em desenvolvimento: uma revisão da literatura. Rev Bras Psiquiatr. v. 31, Supl II, S49-57. 2009.

SILVEIRA, Nise da. O mundo das Imagens. 1 ª ed. São Paulo: Editora Ática S.A., 1992.

WAISELFISZ, J. J. MAPA DA VIOLÊNCIA 2015: HOMICÍDIO DE MULHERES NO BRASIL. 1ª Edição. Brasília – DF – 2015. Disponível em www.mapadaviolencia.org.br.

* O autor é graduado em Medicina e possui Pós-graduação lato senso em Arteterapia pela Clínica Pomar.

** A autora é graduada em Medicina, é Profa. Adjunta de Semiologia e Semiotécnica da FMPFASE e faz parte do Projeto Saúde Ambiental, Parasitologia, Bioética (SAPB/UFRJ) e Projeto Tsara do Beija-Flor.



Compartilhe: